Domingo, 16 de agosto de 2026
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Rio Branco registra níveis abaixo da normalidade

Informações são apresentados no 30º Boletim de Monitoramento Hidrológico, divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil

Imagem mostra rio Branco em processo de recessão
Rio Branco em novembro de 2023 (Foto: Caer)

O rio Branco registrou, nesta terça-feira (28), níveis abaixo da faixa da normalidade para essa época do ano, mantendo a intensificação da recessão observada nas últimas semanas. Em Boa Vista, o rio Branco registrou a cota de 2,23m, após redução de 52 cm na última semana. Enquanto em Caracaraí, a descida foi de 72 cm, e a cota registrada foi 3,23m. É o que indica o 30º Boletim de Monitoramento Hidrológico divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).

Há menos de dois meses, o rio Branco ultrapassou a cota de 8m, com o aumento do volume das chuvas. O nível era considerado de alerta para a Defesa Civil Municipal.

Rio Amazonas

O levantamento aponta ainda que a Bacia do Rio Amazonas segue em processo regular de vazante e, na maioria das estações, os níveis estão dentro da faixa de normalidade para o período, diferentemente do rio Branco.

Em Manaus, o rio Negro registrou descida de 30 cm na última semana e alcançou a cota de 27,60m. No rio Solimões, Tabatinga (AM) registrou redução de 42 cm, na última semana, e alcançou a cota de 6,45m. Em Manacapuru, o rio desceu 27 cm e registrou 18,37m.

Na bacia do rio Purus, a estação de Beruri (AM) registrou redução de 31 cm ao longo da semana, acompanhando a vazante do rio Solimões. A cota observada e indicada no boletim foi de 19,58m.

O rio Madeira também segue em processo de vazante. No entanto, houve elevação temporária na estação de Porto Velho em resposta às chuvas ocorridas na parte alta da bacia. A cota registrada na capital foi de 7,32m.

No rio Amazonas, em Careiro (AM) ocorreu redução de 28 cm, enquanto em Itacoatiara (AM) a descida foi de 26 cm. As cotas observadas foram 15,27m e 12,88m, respectivamente.

Os dados hidrológicos são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), de responsabilidade da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), operada pelo Serviço Geológico do Brasil e demais parceiros. As previsões apresentadas são baseadas em modelos hidrológicos e estão sujeitas às incertezas inerentes aos mesmos.

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